19 Novembro 2005

Não, não é um regresso...

...talvez me mate
pouco a pouco
lentamente
talvez nos mate,
sim...
... mas nessa doce morte,
nesse pequeno veneno,
sinto,
como no último estertor,
a vida
tão intensa
quanto possível
com o sangue desenfreado,
o coração acelerado,
& o corpo excitado!...

“acendemos mais um cigarro,
inventamos mil ideais
só que amanhã sabemo-lo bem
é sempre longe demais!”
mas nesse fumo
ao menos
sentimo-nos
& somos reais!

(José Fausto)


Estas palavras foram as escolhidas para o prefácio do Phantasya e provavelmente ninguém reparou nelas, mas na verdade encerram a razão da existência deste blog e de uma das melhores surpresas da minha vida.
Por isso, decidi que deve ser com elas que o desfecho deve ser feito.

A todos os que assistiram, comentaram e phantasyaram connosco: obrigado.
Partilhar com vocês as emoções que estiveram por trás de tudo o que escrevemos foi poder, pelo menos neste mundo, assumir que há riscos que vale a pena correr e sentimentos que valem a pena ser vividos.


Beijo inconfessável

...

13 Novembro 2005

Deliciosamente cansados

PHANTASYA
- 19ª e última parte -
Ainda toda eu tremia quando te levantaste e me surpreendeste com o teu sexo no meu.
Olhavas-me com luxúria e por momentos consegui ouvir-te ranger os dentes.
A força com que investias contra mim não me deixou arrefecer do orgasmo intenso e o meu corpo continuava a responder aos teus impulsos.
Tentei em vão segurar-me à mesa quando os teus movimentos se tornaram mais violentos…
Tinha as tuas mãos vincadas nos meus quadris como que para garantir que não te fugia e foi só quando os gemidos deram lugar a teu uivar de deleite que o ritmo abrandou e mais serena pude sentir cada gota do teu prazer percorrer-me…
Estávamos deliciosamente cansados.
(não continua - a partir de agora usem a imaginação)
.

"...como queres?"

PHANTASYA
- 18ª parte -
Deixei-me envolver pelas tuas mãos e pela tua boca e dei por mim nu, tal como tu, e abraçado a ti. A temperatura entre os nossos corpos tinha voltado a aumentar descontroladamente, potenciada pelos beijos cada vez mais sôfregos que dávamos.
Tu já gemias e eu já estava novamente duro, com uma erecção ainda mais forte.
Sem te deixar de abraçar e beijar, puxei-te mais para a borda da mesa de snooker, peguei no meu sexo e comecei a roçá-lo no teu.
Já estavas tão excitada quanto eu, senti-te húmida e a escaldar, e deslizava com uma facilidade incrível.
Ora para cima, ora para baixo; ora entrando um pouquinho, o suficiente para te abrir os lábios, ora descendo até ao teu cuzinho, forçando um pouco a entrada, mas não passando daí.
Fiquei neste ritmo durante uns minutos, enquanto as tuas mãos me percorriam as costas, ombros, pescoço e peito, em movimentos aleatórios só conduzidos pelo desejo e pelo prazer.
Entre os suspiros, suplicaste:
“- Tens de entrar em mim novamente...”
“- Hum... como queres?...”
“- Primeiro... a tua língua!...”
De imediato ajoelhei-me enquanto punhas os pés na mesa e abrias bem as pernas. Agarrei-te as coxas e de imediato abocanhei o teu sexo.
Sabia ainda melhor agora, já sabia a ti e a mim, aos nossos orgasmos e isso provocou-me um arrepio de excitação seguido de um espasmo no meu sexo que de tão duro já me doía!
Comecei a lamber-te como um cão com cio a hiperventilar.
Já nem estavas apoiada nas mãos, deitada, estremecias a cada lambidela que te dava. De quando em vez parava e soprava o sexo, na tentativa de o arrefecer, mas como as brasas, só te incendiava ainda mais e o fogo já te percorria o corpo todo, de costas arqueadas e agarrada aos teus seios via como os apertavas com uma força desmedida e beliscavas os mamilos já vermelhos e tesos de tanta violência com que os tratavas.
Lambia-te & soprava, chupava-te & soprava, trincava-te & soprava, e os teus gemidos, cada vez mais fortes, já ecoavam pela sala.
Senti-te na eminência de um orgasmo, num crescendo de respiração cada vez mais forte e descontrolada. Agarrei-te com mais força, queria que te viesses com violência, enterrei a minha cara entre as tuas pernas e de língua para fora e boca aberta, esfreguei-a no teu sexo até te vires nela em espasmos eléctricos consecutivos!...

(continua)

... todo meu

PHANTASYA
- 17ª parte -
Sentir as tuas mãos de novo em mim fez-me desejar ainda mais a tua pele.
Enquanto me beijavas passei as mãos pelas tuas costas, empurrando o teu corpo contra o meu.
Levantei-te a t-shirt e mergulhei no teu tronco.
Cheirei, beijei, lambi…
Tinha as pernas à tua volta, o corpo nu e uma vontade incontrolável de me perder em ti...
Levantaste os braços e deixaste-me arrancar-te a roupa. Soltei-te o cinto, abri-te as calças e deixei-as cair junto às minhas.
Também eu te queria assim… sem roupa, todo meu.
(continua)

"Não precisamos de luz..."

PHANTASYA
- 16ª parte -
Saímos no último piso nem sei bem porquê, estar no elevador com o outro espanhol é que não!
De mão dada e atarantados, no meio do corredor, olhamos para um lado e para o outro indecisos.
“ - Para onde queres ir?” – perguntas-me ainda ofegante.
“ – Ehr... aquilo é a sala de convívio?”
“ – Penso que sim, mas porq...?”
Sem te deixar acabar de responder levo-te pela mão até à porta da sala. Jogo a mão à maçaneta da porta e está trancada, “bolas!”, penso. É daquelas que está só no trinco, mas que deste lado só abre com chave. Olho em volta e ninguém. Saco do cartão de crédito...
“ – Que vais fazer?” – Perguntas.
“ – Epah... sempre gostei do MacGyver!...” – e pisco-te o olho!...
De tanto forçar a entrada a porta acaba por ceder e entramos, fechando-a novamente atrás de nós.
A sala tem janelas rasgadas em todo o seu perímetro por onde entra a luz lunar. Procuras um interruptor e eu detenho-te...
“ – Não precisamos de luz...”
Contornamos a sala em forma de “L” e passamos pelo bar até nos depararmos com três mesas de snooker. Vai ser mesmo aqui!
E sem dares conta já te sentei em cima de uma das mesas, enfiando-te a minha língua dentro da tua boca num beijo sôfrego... ainda não estou satisfeito, ainda não saciado... de ti!...
Abraço-te e de pronto começo a despir-te novamente, mas agora quero-te nua e completamente exposta para mim.
Desabotouo-te a camisa rapidamente arrancando um ou dois botões. Baixo-te as alças do sutiã, baixando-te, expondo-te os teus seios generosos. Desaperto-te as calças e pego-te nas cuequinhas e sem dares conta já estão nos teus tornozelos. Finalmente descalço-te e deixo tudo cair no chão.
És minha agora, toda minha... e com novo beijo faço passar as minhas mãos por cada mm2 do teu corpo, da tua pele, da tua carne...
(continua)

"... dá-me..."

PHANTASYA
- 15ª parte -
Tenho o corpo a tremer.
A respiração descompassada e uma vontade incontrolável de me rir.
Solto uma gargalhada e levanto a cabeça até agora encostada ao espelho.
Vejo a tua expressão. Olhas para mim espantado e dizes:
“- Porque te ris?”
Não consigo explicar, sinto no peito um misto de adrenalina desenfreada e um cansaço saboroso.
“- Deve ter sido a coisa mais louca que já fiz…” – respondi depois de ter respirado fundo.
Sinto-te mexer dentro de mim. O teu olhar confirma que ainda não saciaste todo o teu desejo e que o teu corpo continua a chamar por mim.
“… mas ainda não acabou, pois não?” – digo-te isto já frente a frente e enquanto me ajoelho aos teus pés.
Meto-te na minha boca. Saboreio-(me)te.
Aprecio o teu prazer olhando-te enquanto o faço.
Tens a expressão típica de um homem que se entregou à luxúria, rendendo-se de todas as defesas.
O poder que tenho sobre ti neste momento ainda me excita mais – estou capaz de te fazer gemer até à loucura.
Sinto-te pulsar e digo:
“Quero beber-te… dá-me…”
Deixas cair a cabeça para trás como se desistisses de lutar contra o meu desejo e dás-me a provar o teu prazer.
Saboreio-te.
Até à última gota.
Agora és tu que sorris ao dar-me a mão para me levantares.
Beijamo-nos.
Partilhamos sabores.
Sorrimos com malícia e apanhamos a roupa do chão.
Depois de aparentemente refeitos, desbloqueias o elevador e ele sobe automaticamente até ao último andar.
As portas abrem-se.
“- Vão descer?”
Olhamos um para o outro e, com a cabeça fora do elevador, espreitas até ao fundo do corredor. Decidido, respondes:
“- Não. Vamos ficar por aqui mesmo.”
Dás-me a mão e eu deixo-me levar – não sem antes corar de vergonha ao lembrar-me do cheiro a sexo que deixámos no elevador agora ocupado.
(continua)

"Torturas-me assim..."

PHANTASYA
- 14ª parte -
Sou um voyeur inveterado e olhar para ti equivale a excitação, olhar para ti neste estado equivale a... tesão!
Parece que entrei noutra dimensão e sinto-me um animal de instintos à flor da pele!
Preciso de te ter, de entrar dentro de ti, já, agora e... violentamente!...
Entro dentro de ti de uma só vez e o meu sexo duro prova agora o teu, quente & húmido, a pulsar de tesão. Deixo-me ficar observando-te, esperando uma reacção e tudo o que vejo é fechares os olhos, entregando-te. Entro e saio rapidamente e fico. Soltas um gemido! Dou uma volta aos teus longos cabelos e puxo-os mais um pouco. Gemes novamente e sinto-te a encaixares-te mais em mim.
Já só vejo a tua pele branca, peito, colo, pescoço, já brilhante do suor que destilas. Sussurro-te ao ouvido numa voz ofegante e sem tirar os olhos de ti:
“- Queres-me?”
No meio da tua respiração, de olhos fechados, respondes:
“- Quero-te... agora... já!”
Automaticamente mergulho no teu pescoço como um vampiro faminto, seguro o teu cabelo, agarro o teu sexo e começo a entrar e sair de ti em investidas lentas mas seguras.
Gosto de sentir o meu sexo duro entrar e a sair de dentro de ti, em toda a sua envergadura, sentindo cada centímetro de prazer ao te penetrar.
Gosto de sentir e de ver. Descolo-me com dificuldade de ti, ao que empinas o rabo.
Meus olhos descem pelas tuas costas arqueadas até ao teu rabo e vejo o meu sexo rijo como nunca a investir, dentro e fora, de ti. Abrando para apreciar ainda mais, sentir-te ainda mais. Os olhos também comem!
Sacodes-te impaciente e arrebitas ainda mais o rabo e empurras-te contra mim com tal violência e surpresa que me afasto de ti.
“- Torturas-me assim...”
Volto a agarrar com vigor o teu cabelo, pego no meu sexo colocando-o entre as tuas nádegas empinadas:
“- E assim?...”
Enlaço-te e sem que pudesses respirar volto a enfiá-lo num repente.
“- Ah... sim!...”
Começo a entrar dentro de ti, mas agora já não é devagar. Agarro-te bem para te manteres de rabo espetado para mim e começo a comer-te em ritmo acelerado, com estocadas cada vez mais vigorosas. Os nossos corpos embatem um no outro ruidosamente.
O elevador estremece com os meus movimentos, entrando e saindo de dentro de ti.
Descolo-me de ti, sem largar o teu cabelo, agarro-te na anca, fixando-te e invisto já desenfreadamente. As minhas pernas batem no teu rabo a um ritmo louco. Penetro-te alucinadamente. Fecho os olhos e só sinto. Sinto o meu sexo duro a enterrar-se dentro de ti desenfreadamente e sem rodeios.
Somos sexo, carne, suor, gemidos e prazer... puro prazer! Doce loucura!...
Solto o teu cabelo e agarro com as duas mãos as tuas ancas e penetro-te ainda com mais força.
Já não sei o que faz mais barulho, os meus gemidos, os teus, ou o elevador pendurado embatendo contra as paredes.
Ah, mas tudo agora é tesão, pura luxúria!
Olho para baixo e vejo-me a investir em ti cada vez mais depressa.
As tuas nádegas brancas, suadas chamam-me... não resisto e dou-te uma palmada que estala ruidosamente!
Agitas-te e agora és tu que investes em mim de modo alucinado!
Dou-te outra palmada e mais outra. Como que possuída, sinto-te a rebolar o rabo comigo dentro de ti, comigo a entrar e sair... sinto-te em vertigem e não abrando, não paro. Mais uma e mais outra palmada e enlouqueces.
Já só se ouvem os teus gemidos arfados com dificuldade na eminência do orgasmo. Respiras desreguladamente.
Quero que te venhas já, comigo dentro de ti. Sem parar jogo as minhas unhas atrás da tuas coxas e percorro, as tuas pernas até às tuas nádegas e num crescendo de excitação soltas um gemido alto e vens-te ruidosamente, comprimida entre mim e o espelho, também ele a escorrer de suor!...
(continua)

De uma só vez

PHANTASYA
- 13ª parte -
Pode ter sido demasiado efusivo mas o meu “faz” não passou de um pedido desesperado de desejo. Desejo de ti, da tua boca, das tuas mãos…
Tenho o corpo a arder.
A sensibilidade da pele está ao rubro e qualquer movimento teu atiça ainda mais a vontade que tenho de te ter.
Olhaste-me antes de mergulhar em mim. Li no teu olhar um “és minha”… e sou mesmo!
Aqui e agora sou tua, só tua.
Perceber o teu tesão faz com que me deixe levar pela luxúria – sem “reticências”.
Já não controlo conscientemente o meu corpo e mexo os quadris na tua direcção.
Movida pelo prazer, roço-me em ti… e de repente paro!
Quero deixar-te controlar a situação, quero que sejas tu a comer-me.
Estás tão concentrado no prazer de me lamber que raramente desvias o olhar do meu monte de Vénus (adoro quando dizes isto como quem diz chocolate).
Tenho as pernas a tremer.
O elevador continua parado mas a sensação que tenho é de estar em plena montanha russa e cada investida tua equivale a uma descida vertiginosa… sinto um arrepio no estômago e um desejo incontrolável de me entregar a ti.
Olhas-me nos olhos enquanto me chupas num movimento que pareceu de despedida…
Baixas-me as pernas e assim que tenho os pés no chão, viras-me de costas para ti.
À minha frente o espelho do elevador.
Tens-me presa pela cinta, o teu braço esquerdo enlaça-me e a tua mão está no meio das minhas pernas.
Com a outra mão descobres-me o corpo e deixas-me assim algum tempo só passeando em mim com os olhos.
Imploro-te que me toques mesmo sem o dizer em voz alta.
Transpiramos.
Vemo-nos no espelho já algo embaciado. As semelhanças com dois animais enfurecidos pelo cio são evidentes.
Levas as mãos ao meu cabelo. Juntas todas as madeixas num rabo-de-cavalo à medida da tua mão e puxas-me a cabeça para trás.
Mordes-me a orelha enquanto oiço o teu cinto cair violentamente no chão.
Sem me largares o cabelo inclinas-me para a frente para que possa curvar-me mais e te deixe exposto o meu sexo.
Entras em mim.
De uma só vez.
(continua)

"Aqui..."

PHANTASYA
- 12ª parte -
À tua pergunta respondo com o bloqueio do elevador, quero-te aqui e agora!
“- Aqui... – murmuro.”
Ajoelho-me arrastando as minhas mãos e a minha boca desde os teus ombros, passando pelos teus seios duros e mamilos erectos, barriguinha e param nos teus quadris.

De pronto metes uma perna por cima do meu ombro esquerdo e encostas-te bem ao fundo do elevador apoiada na calha do espelho que o ladeia.
Tenho-te agora, ali, só para mim, à mercê da minha boca sedenta de ti, da tua pele branca, da tua carne pecaminosamente cheirosa.
Trinco levemente a coxa que se apoia em mim, mas logo invisto na virilha mais próxima lambendo-a. Passo por cima do teu monte de Vénus arrastando os meus lábios e a minha língua… detendo-me na outra virilha, perfurando a prega que se forma.
Volto a Vénus imaculada, deliciosamente pelada, onde beijo, lambo e trinco por breves instantes, que te pareceram uma eternidade. Ouço-a na tua respiração e nos gemidos ainda contidos.
Minhas mãos deixam as tuas coxas e passam para o teu rabo por entre as tuas pernas e faço-te levantar a perna do chão para a apoiares também no meu ombro. Apoias-te nas mãos e com as minhas por baixo do teu rabo levanto-te e suspensa no ar olho-te por instantes.
Estás à minha mercê!
Olhas-me...
“- Faz! Porque esperas?... – expiras.”
Ponho-me e ponho-te a jeito... sinto o teu calor, agora quero sentir o teu... sabor!
(continua)

10 Novembro 2005

"Ficamos ou saímos?"

PHANTASYA
- 11ª parte -

Aproximas-te de mim como se os meus olhos fossem íman.
Com as calças no chão e a camisa branca aberta, dou-te a mão e levo-te até ao meu sexo.
Sim, está quente… muito quente…
Passeias em mim enquanto me beijas e as minhas mãos já te baixaram as calças de novo.
Temos pressa… a vontade de te ter dentro de mim aumenta a cada segundo que passa e o elevador continua a subir…
Beijo-te o tronco nu e passo a língua pelos teus mamilos.
Chupo-os.
Trinco-os devagar e sinto-te cada vez mais duro.
O elevador parou. Nem sei em que andar estamos.
Quero-te aqui e agora.
“- Ficamos ou saímos?”


(continua)

08 Novembro 2005

42 Kms (3ª parte)

42 Kms
- 3ª parte -

Mas o fim da auto-estrada veio de súbito e mal deu tempo para voltar a apertar as calças antes de passar nas portagens. Ainda desarrumados perguntaste:
“Passaram mais de 30 kms?”
“Ehr... pouco depois de me teres perguntado, ainda reparei numa placa que dizia 42 Kms até ao nosso destino!...”

Ambos sorrimos maliciosamente, estávamos demasiado excitados para ficarmos por ali, pensei.
Andámos uns poucos kms sempre com as mãos um no outro, mas agora passávamos por uma pequena localidade demasiado iluminada e com movimento para acabarmos o que começámos. Finda a localidade entrámos numa estrada regional apenas pontuada por uma ou outra casa, de resto só grandes terrenos. A minha cabeça já voltava a funcionar e aguardei por um troço longo, recto e completamente escuro.
Fiz pisca para a direita e parei o carro, desligando-o deixando só os mínimos ligados.
“Tenho de me ajeitar” – Disse.

Olhaste-me sem perceber porque precisava eu de sair do carro para me compor. Abri a porta, deixando-a a aberta e contornei o carro por trás enquanto fingia arrumar-te. Seguiste-me com a tua cabeça. Quando chego do teu lado aparece um carro atrás de nós lá ao fundo!
“Foda-se... g’anda azar!...”

Faço agora teatro para quem me possa ver, dando a sensação que fui apenas mijar aos arbustos, e vou a correr fechar a porta que deixei aberta.
Deixo-o afastar-se e volto para o teu lado, já a abrir as calças novamente e a empunhar o meu sexo já duro novamente. Abro a porta:
“Que estás a fazer?...”

Nem respondi, com o meu pau na esquerda, alcanço-te com a direita e puxo a tua cabeça, encontrando o meu pau com a tua boca... não sabias o que estava a fazer, mas não te fizeste rogada e começaste-me a mamar ainda mais furiosamente do que na auto-estrada... estava a puta de uma noite clara, lua quase cheia e eu a ser mamado no meio da natureza... há lá coisa melhor!
Batias-me e chupavas-me feita louca e eu empinava-me cada vez mais para ti. Já estava sentada com as pernas cá fora e eu com um pé dentro do carro empurrava-me cada vez mais para dentro de ti. Fechava os olhos por momentos e sentia a brisa fresca da madrugada, a imensidão do espaço, o silêncio só delicadamente perturbado pelo tributo aos Depeche Mode e pelo som dos teus e dos meus gemidos e das chupadas mais impetuosas.
Lá de quando em vez deixava de olhar para a minha ponta a ser engolida e olhava para as pontas da estrada, a ver se não via luzes de carros... nada, era tudo nosso e tu... tu eras minha e... o meu pau, o meu pau era todo teu!...

A tesão começou a ser demais e eu já arfava e tu sentiste-o... assim que tirei o caralho da tua boca tu despiste a blusa num ápice e sentaste-te um pouco mais abaixo:
“Queres o meu leitinho sacaninha?...” – perguntei com um ar ainda mais sacana;
“Quero... todo!...” – respondeste de pronto, entreabrindo a boca com láscívia.

O orgasmo foi brutal e já não me lembro se urrei, se uivei, se gritei, mas jorrei todo o meu sémen na tua boca e cara, que recebeste com prazer... engoliste o que entrou... lambeste o que ficou nos teus lábios... espalhaste o que caiu no teu peito... e ainda me lambeste o que ficou acabando com uma chupadela longa na cabeça do meu pau já sensível...
... de respiração ainda pesada e pernas trémulas, arrumei-me a custo e dirigi-me ao meu lugar de condutor. Quando entrei já estavas vestida e olhavas-me saciada... pelo menos até chegarmos a casa!...

07 Novembro 2005

42 Kms (2ª parte)

42 Kms
- 2ª parte -
Com a 5ª metida e uma mão no volante, levantei o pé do acelerador, entrando em velocidade cruzeiro...

Mas não era só o pé que se levantava e o meu sexo já endurecia absurdamente na tua boca... levantou-se e desceste sobre ele ávida de mim!

Noutra ocasião teria fechado os olhos, mas ali e agora isso não era possível, só os semicerrava a cada investida tua... depois da inicial começaste a “trabalhar-me” com os teus lábios e a tua língua. De mãos livres expuseste a minha cabeça ao arregaçares-me o sexo por completo e enfiaste a outra mão dentro das minhas calças agarrando com firmeza os meus testículos arrepiados pelo teu toque.

Quase de gatas no banco do lado empinaste o rabo para o ar e eu, com uma mão livre alcancei-o depois de te desapertar o cinto e as calças. Sem pedir autorização enfiei a minhas mão dentro das tuas calças e debaixo das tuas cuecas, que logo se encaminhou para o teu sexo quente e completamente molhado. Passei-lhe com os dedos para o sentir e ouvi-te gemer e sem aviso enfiei-te um dedo ao que respondeste com um gemido mais alto... mais profundo!...
Deixei-me ficar assim por instantes só a sentir-te, o teu sexo e a tua boca! Alternavas com sabedoria os teus movimentos, ora chupavas o meu sexo a um ritmo cadenciado, ora o engolias por completo fazendo-me sentir o fundo da tua garganta, deixando-me louco! Mas o delírio acontecia quando mantinhas a minha cabeça na tua boca e com destreza me masturbavas a uma velocidade furiosa que parecia acelerar o carro igualmente.

Controlei novamente a velocidade, recostei-me o mais que pude no banco, dando-te o mais que tenho, mas não me quero vir já e comecei a entreter-me mais contigo.
Baixei-te as calças expondo o teu rabo... olha que não tenho a certeza de aquele camionista não te ter visto, mas por certo não ouviu as palmadas que te dava, umas atrás das outras, numa e noutra nádega, ao que só espetavas ainda mais o rabo e me chupavas com maior velocidade. Mas não ficaste por aqui, alcancei mais longe e voltei a meter os dedos no teu sexo... um... dois... três... e bem fundo!... Largaste o meu sexo e de boca entreaberta e olhos fechados soltaste um gemido tremendo, o que só me atiçou ainda mais!
Larguei o volante por instantes e forcei-te a abocanhares-me novamente, todo de uma vez, e comecei a foder-te a boca com movimentos de anca enquanto os meus dedos frenéticos te fodiam por outro lado, mas não ias ficar por ali!
Com o polegar comecei a cutucar-te o cuzinho ao de leve, só por cima, preparando-te. Mas tu sacudiste-te e num gemido protestaste... sabes que quando assim é só me provocas ainda mais!Quando o meu dedo enfim entrou comecei a foder-te com mais frenesim e os gemidos intercalavam-se com as chupadelas precisas que me davas. Quando me engolias, largava o volante para te empurrar ainda mais contra mim e to enfiar ainda mais fundo até ficares sem ar... a tua respiração descompassada tem o condão de me excitar ainda mais... cada vez mais!...

(Continua em... http://phantasya.blogspot.com/2005/11/42-kms-3-parte.html)

"Elevador"

PHANTASYA
- 10ª parte -

Mas que raio!, pensei eu, e de repente lembrei-me que só pedi a minha chave... seria o espanhol a trazer a outra chave?
Enquanto o diabo esfrega um olho levanto-te e olhamo-nos... os teus olhos brilhavam mais que as luzes acesas! Desarrumados subimos rápida e silenciosamente para o 3º piso, abrimos a porta e, tal como dois putos reguilas que andam a fazer travessuras metemos a cabeça de fora e espreitamos para ver se está alguém no corredor. Ninguém!
O espanhol abre a porta do 2º piso e, não nos vendo começa a subir para o 3º.
“- ‘Bora! – Digo puxando-te em direcção ao elevador e carregando de imediato no botão.
De repente lembro-me e olho para baixo. Tenho as calças nos joelhos, olho para ti de camisa aberta e sutiã descomposto, quando me agarras o sexo lascivamente.
Plim!...
Elevador, vou a arrancar mas não me deixas, puxas-me pelo sexo e dás-me um beijo violento!
Mergulho em ti novamente, fecho os olhos e as nossas línguas entrelaçam-se num beijo sôfrego!
Abro um olho quando ouço passos nas escadas. Sem nos largarmos entramos no elevador e a custo carrego no 2.
Portas do elevador fecham, porta da escada abre.
Enquanto o elevador desce não paramos de nos beijar e num ímpeto de tesão jogo a minha mão ao teu sexo que num movimento de anca tu ofereces... escalda através da ganga, imagino como estará por baixo.
Plim!...
Saímos, mas tu largas-me a mão e deixaste ficar. Atónito olho para trás e vejo-te desapertar as calças, baixando-as devagar. Em hipnose volto a entrar.Fecho as portas, carrego para último andar.

03 Novembro 2005

42 Kms (1ª parte)

42 Kms
- 1ª parte -


Fui-te buscar ao local e hora combinados já num estado de excitação descontrolado. Os próximos dias eram nossos, só nossos e há muito que ansiávamos por um momento assim!
Larguei o trabalho, enfiei-me no carro e zarpei a toda a velocidade, batendo todos os recordes estabelecidos até então, queria chegar antes de ti e vendo-te entrar no meu mundo.

Recebi-te com um xi dos meus, como sempre, daqueles que tanto gostas e sem demoras enfiámo-nos no carro, ainda tínhamos um longo caminho pela frente até chegarmos ao nosso destino. Em menos de um piscar de olhos estávamos na ponte no meio da noite cerrada. Só de estarmos exactamente ali em aceleração fez o nosso sangue começar a aquecer.

Trocámos olhares, toques, palavras picantes até mergulharmos na auto-estrada só iluminada pelos carros que passavam... as placas sucediam-se, estávamos a menos de 50 kms...
Envolvidos no breu comecei a espicaçar-te. 5ª metida, velocidade cruzeiro, auto-estrada vazia e... tu a meu lado! Não resisti e comecei a passear a ponta dos meus dedos no teu colo, dentro dos limites do teu decote... tu não resististe, apenas me olhaste com um brilhozinho nos olhos. Quebrei esses limites e meus dedos mergulharam pelo teu peito a baixo, sob a tua blusa, sob o teu sutiã e de pronto comecei a sentir o teu peito generoso, que sempre recebe as minhas mãos com excitação! Num repente, solto-te um pouco o cinto de segurança, jogo uma mão às tuas costas e quase sem dares conta desaperto-te o sutiã, dando liberdade aos teus seios, dando espaço de manobra aos meus dedos.

Ficaste surpreendida com a minha destreza, mas em breve seria eu a ser surpreendido:

“Quantos quilómetros faltam?”
“ Faltam cerca de 30 kms até à saída da auto-estrada, porquê?”

Já não me respondeste, agora tu, solícita, passas o cinto por baixo do braço e de pronto alcanças o cinto das minhas calças, abrindo-o, a braguilha, desapertando-a, os boxers, baixando-os, expondo o meu sexo já meio erecto... ainda mal tinha noção do que me ia acontecer e já mergulhavas sobre mim... abocanhando-me!...

Era o princípio dos melhores quilómetros que já percorri...

(Continua em... http://phantasya.blogspot.com/2005/11/42-kms-2-parte.html)

31 Outubro 2005

Halloween night...


... are you ready??

30 Outubro 2005

" Sabes tão bem..."

PHANTASYA
- 9ª parte -
As luzes apagaram-se.
Sinto-te na minha boca.
Passo os lábios ao de leve só para sentires o meu calor no teu.
Deslizo a língua desde a ponta até ao início do teu sexo. Passeio por cada milímetro, subo e desço devagar como que a saborear um gelado que teima em derreter e escorregar pelos dedos.
Com a mão esquerda seguro-o na direcção da minha boca e cravo-te nas nádegas as unhas da mão direita.
Puxo-te para mim à medida que aumento a velocidade dos meus movimentos.
Ouço a tua respiração aumentar.
Sabes tão bem…
Era capaz de o fazer durante horas mas as luzes acendem-se de repente.
Ouvimos passos nas escadas…
(continua)

27 Outubro 2005

you simply don't have the guts...

26 Outubro 2005

"... e tu descobres(-me)!"

PHANTASYA
- 8ª parte -

Desde que te vi que me senti atraído pelo teu peito generoso, pelo teu colo branco como a neve, mas nunca o julguei frio, muito pelo contrário. Ao ver-te naqueles propósitos não resisti em descobri-lo de uma vez por todas... precipito-me sobre ele!...
Beijo-o, lambo-o e ferve nos meus lábios, na ponta da minha língua viperina! Todo eu sou arrepio, arfo e todo eu sou tesão... e tu descobres(-me)!

Mal te pousei no chão e já me desapertaste o cinto e as calças e acho que nem meteste os pés no chão... quando dei conta já estavas de joelhos.A luz das escadas apagou-se, ou será que fui eu que fechei os olhos ao sentir as tuas mãos, a tua boca quente e húmida no meu sexo!...

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